"As piras de Angel..."

Dedico este blog ao Amor e às incógnitas da vida, responsáveis pelos mais belos insights. Caminhando rumo à evolução do corpo, da mente e da alma, eternamente...

"Espíritos fortalecidos de paz deixavam de chorar, neste tempo, grandes energias passeavam aos corações. Fomos lançados ao infinito..."

quinta-feira, 25 de março de 2010

Há algo a mais...

"...O objeto ficou parado, mas tinha uma luz no meio, indo de amarela para âmbar. E fazia um barulho como o de ar condicionado. Parecia com o ruído de catraca de bicicleta quando se pedala ao contrário. Aquele negócio era grande, talvez com uns 30 m de diâmetro. Olhamos para aquilo por um bom tempo, até que começou a emitir uma luz amarela muito forte, que clareava o chão, repetindo isso em intervalos curtos mais umas cinco vezes.
...Eu lia todos os livros para me aprofundar mais em Ufologia, humanóides, aparecimentos, abduções, outras coisas, e assim pude me munir de mais conhecimentos sobre a temática. Já não tinha mais nada com a Força Aérea, mas continuava interessado no assunto. Sempre empilhava meus livros sobre uma estante. Um dia, estava deitado, lendo uma obra que não tinha nada a ver com Ufologia, enquanto minha filha, ainda pequena, lia uma revistinha de criança. De repente, os livros se deslocaram como se tivessem sido pegos e a pilha inteira caiu no chão. Ressalto que morava na Vila Militar, bem distante da rodovia, onde não havia trepidação de carro que justificasse a causa de tal circunstância.

Quando eles bateram no chão, claro que a pilha desmontou, mas os livros não se espalharam. Eles vieram empilhados até o chão. Minha filha Daniela assustou-se e perguntou: “Pai, que engraçado... Como é que os livros caíram?” Nessa mesma hora, minha mulher estava no andar de baixo, preparando mamadeira para as crianças, quando algo semelhante aconteceu. A bandeja em que estavam os copos e talheres saiu voando da pia, flutuando por toda a cozinha, e então caiu, sem quebrar um copo sequer, apesar do barulho de louça que ouvi de onde eu estava. No momento em que catava os livros do chão, brinquei com minha filha para que ela não tivesse medo. Coloquei-os no lugar e falei: “Vocês estão querendo que eu leia”. Então abri um livro numa página qualquer. Logo em seguida aconteceu o incidente com a bandeja de louças. Pelo barulho pensei que tivesse machucado alguém, cortado talvez.
Desci as escadas correndo e, nesse meio tempo, minha esposa vinha subindo com os olhos arregalados, dizendo que não ficaria sozinha diante daquele fenômeno. Perguntei a ela o que havia acontecido: “Não sei. A bandeja saiu voando e foi parar no meio da pia”. Eu não entendi muito bem a história. Levei, então, um copo d'água para ela.
Dois ou três dias depois, eu estava dormindo por volta da meia-noite, quando um novo fato aconteceu. Estava numa espécie de desligamento, mentalização, deitado junto à minha mulher. De repente, adentrou meu quarto um clarão muito forte, seguido por um estalido, iluminando tudo. Assustei-me ao ver um troço tão estranho. Imediatamente, apareceu um ser atrás de mim, abraçando-me. Achei a situação meio esquisita. Além disso, tinha outro ser na minha cabeceira, que media 1,5 m de altura e estava vestido com uma roupa semelhante à de astronauta ou de mergulho. Não era colada ao corpo.
Não cheguei a ver seu rosto, mas era cinza, tinha uma máscara parecida com a de mergulho, e o olho não dava para detalhar. Eu estava muito assustado por causa daquele “bicho” que me abraçava e apertava por trás, sussurrando em meu ouvido em português: “Calma, não vamos te fazer mal”. Tinha uma voz metalizada, como som de transmissões computadorizadas.
Minha esposa continuou dormindo, sem saber da presença do “baixinho” que estava em minha cabeceira, apertando-me na cama. Não gostei da sensação e da atitude dele. Logo em seguida, outro estalido, e o clarão desapareceu, deixando-me muito assustado.
Não me lembro se houve lapso de tempo. Fiquei raciocinando se não foi apenas um sonho. Mas o troço era muito esquisito e eu ouvi os dois estalidos. Não me recordo se fui beber água. Acho que desci para tomar alguma coisa, whisky, sei lá.
No outro dia, fui para o quartel hastear a bandeira e bater continência ao som do Hino Nacional. Quando meti a chave na porta do motorista para abri-la, a porta do outro lado abriu-se sozinha, sem ao menos eu ter tocado no veículo. Ao ver aquilo, minha mulher ficou assustada. Eram muitos fenômenos inexplicáveis que vinham acontecendo. Aí eu me sentei no carro, e quando estiquei a mão para fechar a porta, ela o fez sozinha. Minha esposa assustou-se ainda mais.
Fui embora, seguindo rumo ao quartel. Ao hastearmos a bandeira, meu braço esquerdo começou a coçar muito. Eu já estava doido para que a cerimônia acabasse, pois não podia tirar a mão da pala para me coçar. Quando olhei para meu braço, ele estava vermelho. Achei aquilo muito esquisito.
Meu braço continuou coçando. Por curiosidade, num certo dia, apertei a pele e, ao fazê-lo, apareceu um troço, como se fosse um pedacinho de plástico. No raio-X não apareceu nada.
Outro membro da força aérea também possuía a mesma marca na perna esquerda, numa das coxas. Ele acabou falecendo por causa de derrame, em virtude do ferimento na perna. Depois eu conversei com um médico, amigo meu, para o qual mostrei meu braço. Ele me convidou a ir até o hospital para fazer exames, ele pegou uma bússola pequena e pediu permissão para dar uma olhada, colocando o aparelho sobre a minha pele.
Os ponteiros da bússola ficaram alterados. Se através de um exame radiológico não se pôde ver absolutamente nada, comentei que queria mandar abrir a pele. Ele me aconselhou que não o fizesse.
Quanto aos documentos e fotografias resultantes dos três meses desta operação?


Creio que tenham sido arquivados, pois não foi dado muito valor a eles. Não tive conhecimento de qualquer repercussão no Ministério da Aeronáutica. Quanto às fotografias, não foram enviadas as 500 para eles. Seguiram apenas as que constavam no relatório e alguns negativos. A maioria delas ficou conosco, guardada nos arquivos do 1º COMAR, e ninguém mais conseguiu obter informação a respeito. A seção à qual eu pertencia é onde se encontram arquivados os quatro filmes batidos e as fitas de vídeo. Na época, o Ministério da Aeronáutica iria ficar com apenas um rolo, mas confiscou inclusive os outros três que pertenciam a mim, que foram comprados com meu dinheiro e, assim mesmo, a Aeronáutica nunca os devolveu.
Já falei que adoro a FAB, ainda mais quando estava lá dentro. Hoje, eu fico de fora, vendo como é que meus companheiros estão se virando, o que estão fazendo para que ela prospere e engrandeça. Sempre tive um respeito muito grande pela Força Aérea e pelo meu serviço. Fiquei calado por 20 anos. Durante esse período, fui consultado várias vezes para que escrevesse ou prestasse alguma declaração."

Uyrangê Hollanda. Ex- coronel da FAB, reformado da Aeronáutica, ainda quando era capitão, comandou a famosa e polêmica OPERAÇÃO PRATO, em 1977, e somente em 1997 ao decidir romper sigilo é que revelou estes acontecimentos sobre este caso para a Revista UFO.
Por determinação do comandante do 1º Comando Aéreo Regional (COMAR), de Belém (PA), estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se tem notícia em nosso país. Logo após conceder esta entrevista à Revista Ufo, antes mesmo de vê-la publicada, o militar suicidou-se (dois meses após a entrevista). Sua morte causou grande polêmica, tanto quanto suas extraordinárias revelações.


Acho engraçado ver certas relações em casos ufológicos...além do acobertamento, claro, mas há sempre coisas estranhas ocorrendo...surreais...acompanhadas de sensações estranhas....Algumas coisas relacionadas a isso andam me intrigando há um bom tempo, e estou estudando pra descobrir o que são, parece impossível, mas eu sinto que estou no caminho certo...
Pra quem não sabe o que foi a Operação Prato, onde luzes paralisavam músculos das vítimas e sugavam seus sangues. Envolvendo militares e, infelizmente, algumas mortes de civis, foi o maior caso da ufologia brasileira com repercussão mundial (um dos meus preferidos! rsrs)

3 comentários:

ToconstruindomeuBlogainda disse...

http://www.youtube.com/watch?v=zD4A3M8Mn3M&feature=channel

http://www.youtube.com/watch?v=X-cDD2kTs74&playnext_from=TL&videos=CskDchmhxE8

oi angel achei interessante compartilhar esses videos com vc...

esse ultimo é sobre um menino que uma pessoa estava procurando...e eu achei por acaso no youtube...bom é uma longa historia...



http://www.youtube.com/watch?v=ZYmgatDCkGY
bom esse é sobre Artur Berlet de Sarandi-rs minha cidade natal aonde eu tive o privilégio de conversar com ele e tirar algumas duvidas...acho que eu tinha uns 11 anos...he he tão jovem e ja curioso sobre extraterrestres

bom eu tive varias experiencias visuais e historias de casualidade sobre o assunto, gostaria de te perguntar se vc ja viu algo,,ou o que te leva a ser atraida por esse assunto? vivenciou alguma coisa?

tenha otimos sonhos...

segue meu msn se quiser add,
assunto não vai faltar...

mayeralex3000@hotmail.com

Angelica Marin disse...

Olá Alexandre! Não me leve a mal, serei sincera numa boa rsrs...

Este primeiro vídeo que vc mandou é RIDÍCULO, PÉSSIMO na verdade! Pra vc ter uma idéia, no início dei muita risada sozinha, com aquela enrolação de mais de 3 minutos só pro idiota começar a dizer o que tanto ele acha um absurdo. (parecia uma bixa falando todo ofendido)

Depois foi me dando uma revolta pela ignorância da pessoa...(mas continuei rindo...)
Digo isso pois já estudei e li muito sobre a Operação Prato...
Como eu conheço um dos ufólogos que pesquisou pessoalmente este caso na época, mandei um email pra saber a opinião dele, Marco Antonio Petit, da revista UFO (ele aparece nessa merda de vídeo tb). Enfim, vou te mandar por email a resposta dele.
Sei que vc não tem culpa quanto ao vídeo...(a não ser que seja vc quem o fez! haha)...fique tranquilo.

Quanto à sua pergunta no final, sobre o que me levou a ser atraída pela ufologia...
Não me lembro de quando começei a gostar, só lembro que desde que me conheço por gente esse assunto me interessa MUITO, bem como a astronomia e cosmologia, nunca vi nada, apenas senti, e sei que infinitas espécies de vidas inteligentes existem mundo a fora, bem como sinto e sei que estamos sendo visitados por algumas delas. (eu ainda descubro o pq disso!)

Nunca vi nada (que eu lembre), apenas sempre tive muitos sonhos desde pequena, mas meu pai já viu várias vezes coisas estranhas no céu quando era mais novo.
Uma delas minha mãe tb viu, foi em 2006, era noite e estávamos na casa dos meus avós no Parolim, eu estava dentro de casa jogando o "Jogo da Vida" com meus irmãos, tinha visita em casa pois era dia de festa, e escutei uma gritaria dos meus pais no quintal dos fundos, eles gritavam desesperados "corre, corre, vem ver!" mal entendia o que eles estavam falando, achei que fosse assalto, quando chegamos todos preocupados lá fora eles apontavam pro céu enlouquecidos, completamente enlouquecidos...

Meu pai descreveu o que viu, ele estava olhando o céu no quintal e de uma ponta do céu vieram umas 12 bolas de luz fosca, a uma velocidade absurda, sem fazer barulho algum, elas pararam em cima da casa e formaram um triângulo ENTRE elas, em seguida se desfizeram desta formação e saíram para o outro lado muito rápido.
Foi questão de segundos, já era tarde da noite.
Meu pai disse que sentiu que eles sentiram que ele os viu.
Por coincidência posteriormente, nesse mesmo ano muitos relatos dessas bolas ocorreram em outros países.
Minha mãe foi a única além dele a ver pois ela estava na cozinha, mais próximo do quintal, nós estávamos mais longe e chegamos por um triz, eu não deveria estar jogando, eu tinha que estar é na cozinha! haha

POR POUCO EU NÃO VIIIII!!!! EU TINHA QUE TER VISTO ISSOOO!!!

Mas não foi isso que me fez gostar do assunto, como já disse, sempre me interessei por coisas de fora da Terra hehe

bejoo boa semana!

Angelica Marin disse...

Ahhh coloquei errado ali em cima, este avistamento do meu pai não foi em 2006, e sim em 1996!!!!

Eu tinha 12 anos e estava na sexta série! hehe